Dia 01
Celso L. Pastro Dia 02
Alisson C. Rosa Dia 05
Guilherme A. Silva Dia 07
Paulo H. F. Guimarães Dia 09
Fabiano S. Guimarães Dia 10
Vladimir S. Siqueira Dia 12
Jéferson F. Zajonz Dia 15
João L. M. S. Junior Dia 17
Jean P. A. Campos
João R. Scherer
Volnei T. Lucena Dia 18
Eleno G.Todeschini Dia 19
Everton A. Cardoso Dia 22
Ismael F. C, Mancilha Dia 24
Felipe B. Lermen Dia 25
Julio C. B. Rodrigues Dia 26
Nelson Strapasson Dia 28
Fernando P. Bender
Luiz H. S. Junior
A CEAF/RS informa que Anderson Daronco será o responsável pelo
apito no clássico que vai colocar frente a frente as equipes do Bagé e
do Guarany, no dia 18 de dezembro, domingo.
Nas laterais do campo,
Daronco será auxiliado por Marcelo Oliveira e Silva e Vinicius Palau
Santos. O delegado da Federação será Paulo Ricardo Soller Camacho. O
jogo começa às 18 horas no estádio Pedra Moura.
Precisamos de mágicos no apito
15 de dezembro de 2011 - 11:25
O Colunista Valdir Bicudo, do Paraná Online, analisa o atual
quadro de arbitragem e questiona o processo de formação, renovação e qualificação
dos homens do apito. Confira
"É um mal crônico que atinge o futebol paranaense e isso já
vem de tempos remotos: a falta de um movimento revolucionário no setor de
arbitragens. Mudam os cartolas, embora o futebol da terra dos pinherais
permaneça no seu nível de sempre. Sobretudo no que tange a ala da arbitragem,
que renitentemente caminha a passos de cágado, a ponto de afirmar-se que nos
anos mais recentes, apenas três membros da confraria do apito do nosso futebol,
num universo de mais de trezentos e cinqüenta árbitros, inscritos na Federação
Paranaense de Futebol, conseguiram projeção em âmbito local e nacional."
Em ofício dirigido à CBF, entidade pede que de que a comercialização do espaço publicitário nos uniformes da arbitragem seja feito e revertido em benefício dos próprios árbitros e das entidades da categoria a partir de 2012.
Em ofício dirigido a Ricardo Terra Teixeira – presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF) pede que a comercialização do espaço publicitário nos uniformes da arbitragem seja feito e revertido em benefício dos próprios árbitros e das entidades da categoria a partir de 2012. Considerando que o Brasil está se preparando para sediar a Copa do Mundo e que este é o momento adequado para modernizar o futebol brasileiro, especialmente a arbitragem, a ANAF reitera a proposta que a verba de patrocínio em uniformes seja direcionada exclusivamente aos árbitros, com autonomia para negociar o espaço.
Cerca de 300 pessoas, entre
árbitros atuantes, ex-árbitros, assistentes ativos e inativos, familiares,
crianças, representantes da imprensa, convidados e amigos da arbitargem,
participaram da tradicional festa de final de ano promovido pela diretoria do
SAFERGS, ocorrida no último dia 11, no CESMAR, em Porto Alegre.
O encontro, além da animada confraternização de cunho
natalino e familiar, marcou o fim de uma gestão e a presença da nova diretoria
eleita, liderada por Ciro Camargo, que foi reconduzido à presidência do
Sindicato pelo voto direto. Na cozinha, o chefe Alex Aguirre e
equipe serviram um churrasco, guarnecido de massas, frutas e saladas, que só
mereceu repetições dos participantes. No torneio de futebol de campo dos
festejos, a equipe de Pelotas, a exemplo do ano passado, levou a taça e as
medalhas, entre elas, a de goleador para Eduardo Maia (na foto de azul), que
assinalou três gols na competição. Ao final, o Papai Noel fez a alegria da
criançada ao distribuir mimos e presentes para todos.
Na opinião de Sérgio Corrêa, presidente da CONAF, a evolução da arbitragem passa pela adoção da tecnologia. Já a profissionalização do apito, na sua opinião, "é uma utopia. Seria muito bom se viesse, é muito interessante, mas ninguém diz quem paga a conta". Confira outras opiniões de Corrêa na entrevista a seguir, concedida ao jornalista Dassler Marques, do Portal Terra.
"Se não vier alguma coisa nova, continuaremos a ser massacrados", reclamou Corrêa, favorável ao uso da tecnologia, ao fim dos sorteios para definição das escalas, à reformulação das leis esportivas e até a punições mais duras para os árbitros que cometam erros graves. O que, segundo ele, é raro. Sergio Corrêa aponta que o juiz toma 180 decisões dentro de cada partida. "Errar 5% está bom? São nove situações em que ele vai errar". Ex-árbitro, Corrêa atendeu um pequeno grupo de repórteres para uma conversa logo depois de participar de palestra conduzida pelo também ex-juiz Oscar Ruíz, colombiano. Confira os melhores trechos da entrevista do homem que manda no apito do futebol brasileiro.