SUPORTE TÉCNICO
- Treinamento físico
- dos associados
- HORÁRIO:
-
15h às 18h,
- terças e quintas
-
LOCAL: CETE
-
Rua Gonçalves Dias, 628, Porto Alegre.
Aniversários/Fevereiro
Dia 01
Celso L. Pastro
Dia 02
Alisson C. Rosa
Dia 05
Guilherme A. Silva
Dia 07
Paulo H. F. Guimarães
Dia 09
Fabiano S. Guimarães
Dia 10
Vladimir S. Siqueira
Dia 12
Jéferson F. Zajonz
Dia 15
João L. M. S. Junior
Dia 17
Jean P. A. Campos
João R. Scherer
Volnei T. Lucena
Dia 18
Eleno G.Todeschini
Dia 19
Everton A. Cardoso
Dia 22
Ismael F. C, Mancilha
Dia 24
Felipe B. Lermen
Dia 25
Julio C. B. Rodrigues
Dia 26
Nelson Strapasson
Dia 28
Fernando P. Bender
Luiz H. S. Junior
Tempo
|
|
|
|
|
Temp:
|
°
|
|
Sensação:
|
°
|
|
Umidade:
|
%
|
|
Velocidade:
|
|
|
Direção.:
|
°
|
|
Barôm.:
|
|
|

|
2014 começa agora |
|
|
20 de junho de 2009 - 14:03 |
Co pa do Mundo vai agitar o mercado trabalho, além do futebol.
Pesquisa realizada pela FGV Projetos, a pedido da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), revelou que a Copa do Mundo de 2014 deverá gerar 3,6 milhões de empregos no Brasil. Confira como o evento agitará o mercado de trabalho. Não são somente os membros da comissão técnica, árbitros e os jogadores que terão a oportunidade de impulsionar suas carreiras durante a Copa do Mundo de 2014, que acontecerá aqui no Brasil. Longe dos gramados, a estimativa é de que vagas de emprego sejam criadas, e não são somente nas cidades que sediarão o campeonato mundial.
Para se ter uma ideia da grandiosidade do evento para o mercado de trabalho nacional, uma pesquisa realizada pela FGV Projetos, a pedido da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), revelou que a Copa do Mundo de 2014 deverá gerar 3,6 milhões de empregos no Brasil.
E esses empregos não devem ser gerados somente no ano da Copa. De acordo com a consultora de Carreira da Catho Consultoria em RH (recursos humanos), Mayra Fragiacomo, agora, cinco anos antes do evento, o mercado de recrutamento já está se movimentando, estimulado pelas empresas brasileiras.
Antes
A movimentação tem sido mais forte em duas áreas: construção civil e marketing. No primeiro caso, os motivos são óbvios, já que o Brasil não quer fazer feio durante o evento, apresentando estádios em condições precárias.
"Há um grande movimento em construção civil, em infraestrutura, que tem de estar pronta o quanto antes. O movimento não é só de contratação de mão-de-obra menos qualificada, mas de executivos, como gestores de obra, que são cargos mais estratégicos", explicou Mayra.
E erra quem pensa que a infraestrutura se resume aos estádios: "é preciso pensar fora da caixa", ressalta a consultora. O que ela quer dizer é que existe toda uma gama de serviços que está por trás dos holofotes e dos gramados, como hotéis e restaurantes. Uma grande rede de hotéis, exemplifica, já está contratando mão-de-obra para construir unidades novas em cidades-sede.
Além da construção civil, outra área que já está agitada para a Copa é a de marketing focada em esportes. Essa era uma área que já estava aquecida, mas que teve um "agito" fora do comum por conta do campeonato mundial.
"Esse é o momento de plantar, para colher lá na frente", afirmou a consulta. Por isso, muitas empresas já estão procurando eventos e jogadores para patrocinar, com o objetivo de estreitar relacionamentos e, no momento da Copa, ganhar mais visibilidade. A concorrência para conseguir tudo isso vai ser grande e já é preciso escolher no mercado os profissionais mais preparados da área de marketing.
Durante
Depois de montada toda a infraestrutura e de iniciado o campeonato, entram em campo os profissionais que lidarão com a organização do evento: seguranças, guias turísticos, garçons, camareiras e demais profissionais de menor qualificação serão bastante demandados.
De acordo com Mayra, muitas pessoas falam que a Copa gerará empregos "pontuais e temporários", o que está errado quando se estende a afirmação para todos os tipos de emprego. Isso é verdade quando se fala em empregos de menor qualificação, que têm relação direta com o funcionamento do evento.
E esses profissionais, dependendo do desempenho mostrado durante o campeonato, podem sim conquistar uma vaga no mercado de trabalho. "Alguns serão absorvidos, mas outros não", ponderou a consultora.
Depois
Dependendo de como a imagem do Brasil ficar depois da Copa do Mundo de 2014, pode-se ter certeza de que dois mercados sairão mais aquecidos: o de comércio exterior e turismo, de acordo com Mayra.
É fácil de notar isso: se uma empresa percebe que um evento organizado mundialmente por um país foi brilhante, passa a confiar mais nele. Com isso, as companhias desse país ganham mais visibilidade e o número de negócios com o exterior cresce, o que é bom para os profissionais que atuam nessa área.
E aí surge a resposta para o motivo de Mayra pensar que a Copa não gera só empregos temporários: você acha que uma empresa demitiria um profissional estratégico que a ajudou a passar uma boa imagem durante a Copa e que, por isso, movimentou o número de negócios?
Fonte: Administradores.com
Fotos: CBF
|
|