Leandro Vuaden apitou o clássico gaúcho, vencido pelo Inter por 1 a 0. Altemir Hausmann e Marcelo Oliveira, foram os assistentes, e Rudnei Braga e Jarles Dreissig, os árbitros reservas.
Do ponto de vista da arbitragem, tudo correu normalmente na partida disputada no Colosso da Lagoa, no domingo, 31. Antes da bola rolar, entretanto, todos os cuidados foram tomados de modo a garantir a paz no espetáculo. Nos vestiários, Vuaden repassou todas as orientações à equipe. "Precisamos atuar de forma tranquila, sem ceder às pressões dos técnicos, dirigentes e torcedores. Eles são emocionais, nós os racionais", disse enquanto colocava o novo uniforme em tons cinza. De fato, o jogo correu, apesar de algumas jogadas ríspidas, sem maiores problemas.
Momentos antes de entrar em campo, a equipe de arbitragem recebeu visitas de cortesia do atual presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Novelleto, e do ex-presidente Emídio Perondi, além da presença do presidente do Safergs, Ciro Camargo, e do secretário de administração da Entidade, Carlos Castro.
Depois do jogo, Perondi deu nota sete à Vuaden. Perguntado sobre as razões, respondeu brincando: "Era para ser dez, mas ele deu três cartões amarelos pros meninos do Internacional e nenhum pra equipe da Azenha". Como se sabe, Perondi é colorado desde criançinha. Suas palavras, contudo, confirmaram a preleção de Vuaden: no futebol alguns agem com emoção, outros, como os profissionais do apito, operam baseados na razão.
Assessoria de Imprensa do Safergs
Foto: Reprodução web
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