SUPORTE TÉCNICO
- Treinamento físico
- dos associados
- HORÁRIO:
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15h às 18h,
- terças e quintas
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LOCAL: CETE
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Rua Gonçalves Dias, 628, Porto Alegre.
Aniversários/Fevereiro
Dia 01
Celso L. Pastro
Dia 02
Alisson C. Rosa
Dia 05
Guilherme A. Silva
Dia 07
Paulo H. F. Guimarães
Dia 09
Fabiano S. Guimarães
Dia 10
Vladimir S. Siqueira
Dia 12
Jéferson F. Zajonz
Dia 15
João L. M. S. Junior
Dia 17
Jean P. A. Campos
João R. Scherer
Volnei T. Lucena
Dia 18
Eleno G.Todeschini
Dia 19
Everton A. Cardoso
Dia 22
Ismael F. C, Mancilha
Dia 24
Felipe B. Lermen
Dia 25
Julio C. B. Rodrigues
Dia 26
Nelson Strapasson
Dia 28
Fernando P. Bender
Luiz H. S. Junior
Tempo
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Dois "Napoleões" do apito |
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01 de setembro de 2010 - 23:37 |
Amante do rude esporte bretão, o colunista Valdir Bicudo, presta homenagem aos árbitros Leonardo Gaciba e Sandro Meira Ricci, que, na sua opinião, "são os ícones nesta transitoriedade do futebol brasileiro".
O futebol é um esporte muito importante, daí o meu respeito que vai de uma simples pelada a uma Copa do Mundo. Compareço a ambas com a mesma vontade e me julgo participante-assistente de algo sutil e magnífico. No Brasil, o futebol significa paixão. É no estádio de futebol que as pessoas de todas as origens, religiões e níveis convivem durante um determinado espaço de tempo e vivenciam as emoções de um duelo. Ali não há patrões, empregados, juízes ou réus, doutores ou estudantes, homens ou mulheres. Todos se transformam em simples torcedores. É notório que o futebol esconde a realidade, mantendo a população distante da existência real do cotidiano. Assim sendo, o futebol é um veículo alienador que diminui a visão crítica realista, já que ocupa um grande espaço na vida do povo brasileiro. Este fenômeno acontece em função da genialidade dos meios de comunicação, que ocupam grande parte de seus noticiários exibindo gols extraordinários, vitórias conquistadas na raça, campeonatos organizados e lucrativos.
Embora seja apenas mais um esporte, o futebol preenche uma lacuna na
vida dos brasileiros, até mesmo àqueles que não são adeptos ou o
praticam. O esporte das multidões não se restringe apenas aos clubes,
estádios e noticiários esportivos. Sua presença é observada nas lojas,
nas praças, parques e nas escolas.
O futebol é fonte de trabalho para
milhares de pessoas e fonte de prazer para um número ainda maior. Um exemplo
típico é a Copa do Mundo, quando o planeta se rende à magia do futebol.
Em nenhum momento é empregada tamanha gama de tecnologia a serviço de
um esporte como no futebol. São utilizados computadores, câmeras de TV,
fixas e móveis, estrategicamente colocadas atrás das metas, dos
assistentes e em diversos locais do campo de jogo, e ponto eletrônico
no quarteto de arbitragem.
Toda essa parafernália tem como objetivo
proporcionar imagens instantâneas e de diferentes ângulos dos
acontecimentos dentro do campo de jogo a todos os espectadores e
telespectadores. Em meio a essa gama de recursos tecnológicos,
encontra-se o árbitro. Ele e a bola são os dois únicos fatores sem os
quais não pode haver um jogo de futebol. Com indumentária preta na
maioria das vezes, com fisionomia serena, olhar objetivo e seguro, ele
se coloca na diagonal, no vértice do triângulo
(árbitro-bola-assistente).
Fala apenas o necessário, discreto, bem
preparado física e tecnicamente e com reflexos aguçados para bem
decidir. Porque o simples trilar ou não do apito muda o resultado de
uma partida. Neste contexto, por amor a filosofia, por serem eles apesar
de tudo que se possa dizer os requisitos principais do futebol, por
gratidão pessoal a esta decorrente da coletividade esportiva homenageio
nesta oportunidade os árbitros Leonardo Gaciba da Silva (RS) e Sandro
Meira Ricci (DF) - a quem considero nesta transitoriedade do nosso
futebol os seus verdadeiros "Napoleões".
Em tempo: Os indigitados apitadores apresentam excelente performance no Brasileirão 2010, até o momento.
Fonte:Justiça Desportiva
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