|
07 de janeiro de 2012 - 17:48 |
Citado
na polêmica entrevista dada pelo ex-árbitro Gutemberg de Paula
Fonseca, o ex-árbitro Sálvio Spínola procurou se defender de qualquer
acusação e disse não acreditar nas denúncias feitas pelo carioca, na
última sexta-feira. "Não esperaria sair da Fifa para falar", disse Sálvio.
Citado na polêmica entrevista dada pelo
ex-árbitro Gutemberg de Paula Fonseca, Sálvio Spínola procurou se
defender de qualquer acusação e disse não acreditar nas denúncias feitas
pelo carioca, na última sexta-feira. Aposentado de suas funções no
futebol, o paulista admitiu que a arbitragem do país precisa de uma
estrutura melhor, mas rechaçou qualquer hipótese de existir corrupção no
esporte.
As declarações dadas por Gutemberg Fonseca vieram após a perda de seu
distintivo Fifa, o que acabou culminando no encerramento de sua
carreira. Para Sálvio Spínola, a atitude de seu antigo colega de
profissão não condiz com o momento, uma vez que o caso deveria ter sido
exposto anteriormente, e não após a troca de escudo com o carioca
Péricles Bassols.
"Eu não corroboro com o que o Gutemberg falou. A arbitragem brasileira
precisa de estrutura, mas se eu estivesse vivendo essa situação, eu não
esperaria sair da FIFA para vir a público e falar sobre isso. Se eu
tivesse me deparado com isso, eu teria vindo a público imediatamente e
falado sobre o ocorrido", afirmou Sálvio Spínola, em entrevista à rádio
Jovem Pan.
Também em entrevista à rádio Jovem Pan, Gutemberg revelou que existe uma
série de favorecimentos dentro da Comissão de Arbitragem e que os
juízes escalados precisam ligar para o presidente da entidade, Sérgio
Corrêa, para "receberem instruções" antes das partidas. Cobrando
transparência, o carioca chegou a atacar o mandatário e afirmou que o
presidente da CBF, Ricardo Teixeira, é omisso com relação a este caso.
Fonte: Gazeta Esportiva.net
|